PT: Um partido corrupto presidido por uma senadora acusada de corrupção

abril 5, 2017

Cátia Seabra assina matéria da Folha de São Paulo que informa sobre os movimentos do do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que teria convencido os integrantes de sua corrente, a CNB (Construindo um Novo Brasil), a lançar a candidatura da senadora Gleisi Hoffmann (PR) para a presidência do PT.
Numa reunião que consumiu três horas, o ex-ministro Alexandre Padilha e o tesoureiro do partido, Márcio Macedo, decidiram abrir mão de suas candidaturas em favor de Gleisi.
Prevaleceu o argumento de que ela seria capaz de convencer o senador Lindbergh Farias (RJ) a desistir em nome de um acordo coletivo.
Na reunião, Lula foi escalado para a construção desse acordo. Lindbergh tem apoio da chamada esquerda petista.
Em nota, a coordenação da CNB informou que após a reunião com Lula a corrente decidiu se associar ao ex-presidente “na construção da unidade de todo o partido, indicando o nome da companheira Gleisi Hoffman, como candidata à presidência nacional do PT, a ser apresentada a todas as correntes”.
“Os Companheiros Alexandre Padilha e Márcio Macedo ratificando seu compromisso histórico com a unidade do partido retiram as respectivas candidaturas em prol da possibilidade de termos, pela primeira vez na história, uma mulher na presidência nacional do PT”, afirma a corrente majoritária do PT.
“A CNB entende que a unidade partidária é pressuposto fundamental para fortalecer e revigorar o nosso partido, para derrotar o projeto neoliberal e construir a possibilidade do Brasil voltar a ser justo, democrático e feliz com Lula Presidente em 2018”, completa a nota.
Lula passou a trabalhar abertamente por Gleisi na sexta-feira (31), após reuniões com quatro candidatos ao cargo, inclusive a senadora.
O presidente do PT, Rui Falcão, também é um dos apoiadores de ideia, sob o argumento de que é hora de haver uma mulher à frente do partido.
O nome de Gleisi surgiu depois de aberta uma disputa na CNB entre o ex-ministro Alexandre Padilha e o tesoureiro da sigla, Márcio Macedo.

TSE não vai “cassar” Michel Temer: Tudo está combinado!

abril 5, 2017

 

Procurem o que fazer: Não percam tempo com o julgamento da chapa Dilma/Temer no Tribunal Superior Eleitoral, que começa nesta terça, 04 de abril. Tudo está “dominado”, tudo está “combinado”. O julgamento vai se arrastar até o final de 2018, quando a ação perderá o objeto. Gilmar Mendes, presidente da Corte já deu o “tom”, dizendo que os julgamentos do TSE primam pelo equilíbrio e que ‘ESSE” julgamento não pode trazer instabilidade política para o país.
Mesmo tendo o Ministério Público Eleitoral denunciado a chapa Dilma/Temer de ter se utilizado de uma fortuna de R$ 112 milhões,  “oriunda” de doações ilegais, os Ministros do TSE, “escolhidos a dedo” pelos acusados,  irão ignorar a verdade dos fatos e decidir em favor do CRIME ELEITORAL
O ministro da Secretaria de Governo, Antonio Imbassahy, negou que exista um clima de instabilidade no Planalto na véspera do início do julgamento da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não vejo nada disso. Estou ali dentro do Palácio ao lado do presidente o tempo todo e não vejo nenhum tipo de ansiedade.
O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, afirmou que não crê na cassação de Temer. “Primeiro, eu não acredito que tenha tempo hábil. É um processo longo, demorado. Segundo, eu acho que as coisas têm que ser separadas, não acho que têm que ser julgadas em conjunto”, declarou. “Não pode me penalizar porque meu companheiro cometeu uma irregularidade, tem que ser julgado separadamente. O Brasil tem um presidente que não tem nada contra ele.”

Dilma diz que “delaçãozinha” de Odebrecht é ridícula…

abril 5, 2017

Em entrevista concedida à jornalista Mônica Bégamo do jornal Folha de São Paulo, a ex-presidente Dilma Rousseff Na véspera do início do julgamento no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que pode cassar a chapa eleita em 2014 e torná-la inelegível, a ex-presidente Dilma Rousseff disse que que Marcelo Odebrecht “sofreu muitos tipos de pressão” para aceitar virar delator e que seus depoimentos são “uma coisa absolutamente ridícula”.
O que chama a atenção é a afirmação: “”Não venham com delaçãozinha de uma pessoa que foi submetida a uma variante de tortura, minha filha. Ou melhor, de coação”, diz.
Ela também critica a tese de que seria possível separar as contas da chapa. “Nós pagamos integralmente todas as despesas dele”, afirma, sobre o agora presidente Michel Temer.
Folha – O julgamento do TSE começa já com o parecer do procurador eleitoral Nicolau Dino, baseado nos depoimentos de delatores como Marcelo Odebrecht, dizendo que a campanha da senhora recebeu R$ 112 milhões de caixa dois em 2014.
Dilma Rousseff – Eu fico estarrecida, primeiro, com o cerceamento de defesa do qual estou sendo vítima. [Marcelo Odebrecht] está fazendo delação de acordo com seus interesses. Portanto, tudo o que ele diz pode servir de indício para investigar, mas não para condenar. O STF [Supremo Tribunal Federal, que homologou a delação do empreiteiro] nem abriu investigação [criminal] ainda. É estarrecedor que um procurador use como prova o que não é prova.
Em segundo lugar, ele faz uma soma de laranja com banana. O senhor Marcelo Odebrecht diz que R$ 50 milhões [dos R$ 112 milhões] foram doados em 2009 e faz uma relação disso com o Refis [ele diz que prometeu os recursos ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, depois que a Odebrecht foi beneficiada por uma medida provisória. O valor teria se transformado em crédito que só foi usado na campanha de 2014]. Ora, em 2009 eu tive um câncer e sequer era candidata a Presidência.
Além disso, terminamos a eleição de 2010 com uma dívida de R$ 10 milhões. E não usamos nada desses R$ 50 milhões para cobrir esse débito? Esses R$ 50 milhões são uma ficção, uma coisa absolutamente ridícula.

Renan Calheiros começa a “desaparecer” do cenário Político. Será “pó” em 02 anos!

abril 5, 2017

Os jornalista da Folha, Marina Dias e Bruno Boghossian informam que o  senador Renan Calheiros (PMDB-AL) convocou a bancada de seu partido e ministros da sigla para um jantar na noite desta terça-feira (4) em uma tentativa de angariar apoio e sair do isolamento no embate aberto que trava com o Palácio do Planalto.
Líder do PMDB no Senado, Renan quer levar sua pauta, crítica ao governo Michel Temer, a um ato político de peso. O objetivo é demonstrar que tem legitimidade na bancada e força para mobilizar colegas e incomodar o presidente em pautas como a reforma da Previdência.
O encontro acontecerá na casa da senadora Katia Abreu (PMDB-TO), uma das poucas que se alinha abertamente a Renan na disputa com Temer. O líder do PMDB procurou senadores e ministros ligados ao partido, como Helder Barbalho (Integração Nacional) e Dyogo Oliveira (Planejamento), para convidá-los.
Na semana passada, Renan buscou assinaturas para uma nota crítica ao projeto sobre terceirização, mas só conseguiu apoio de 8 dos 21 senadores do partido.
Acuado pela Lava Jato e com perspectivas de não se reeleger, o líder do PMDB no Senado tem feito críticas públicas à condução das reformas econômicas. Declarou, por exemplo, que a mudança na Previdência proposta pelo Planalto “pune os trabalhadores e o Nordeste”.
A ordem de Temer, por ora, é tratar os movimentos e declarações públicas de Renan com cautela. Não haverá, de acordo com auxiliares do presidente, retaliação, como a demissão de aliados.
Para o jantar, o governo destacou senadores para defender Temer e suas propostas. Nas palavras de um assessor do presidente, o governo aguarda que a próxima jogada política seja de Renan.
Convicto de que o senador tem adotado o discurso contra a reforma com pretensões eleitorais –quer reeleger seu filho governador de Alagoas e garantir um novo mandato no Congresso–, o Planalto acredita que Renan quer que Temer trabalhe para afastar concorrentes ao mandato de senador. Dois postulantes à vaga são os ministros Mauricio Quintella (Transportes) e Marx Beltrão (Turismo).
Conteúdo Folha de São Paulo

Corrupção: Paulo Bernardo, marido de Gleisi Hoffmann pediu R$64 milhões para a Odebrecht…JEQUIÉ

abril 5, 2017

Publica o Diário do Poder: – O ex-presidente e herdeiro do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht um dos 78 delatores da Operação Lava Jato, afirmou em depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o ex-ministro Paulo Bernardo – titular do Planejamento e das Comunicações nas gestões petistas de Lula e Dilma, respectivamente – pediu e recebeu uma “contrapartida” de R$ 64 milhões, em 2009, por uma linha de crédito obtida pelo grupo no governo federal.
As declarações constam do depoimento prestado pelo empreiteiro no dia 1.º de março, na ação que pede a cassação por suposto abuso de poder político e econômico da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer.
Marcelo Odebrecht se referiu à “contrapartida específica” como um “dinheiro que pode ter vindo de maneira ilícita”. O empreiteiro afirmou que a Odebrecht colocou R$ 150 milhões na campanha de Dilma em 2014, a maior parte paga em forma de caixa 2. O valor ficava numa espécie de conta corrente controlada por ele e negociada diretamente com os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega.
Segundo Marcelo Odebrecht, houve duas “contrapartidas específicas” da empreiteira ao PT desde 2009: uma de R$ 64 milhões relacionada à linha de crédito e outra de R$ 50 milhões condicionada à votação da Medida Provisória do Refis, encaminhada ao Congresso, e que beneficiou a Braskem, petroquímica controlada pela Odebrecht.
“Esses dois foram os únicos dois pedidos de contrapartida específica. Os dois ocorreram em 2009, justamente no início da minha relação com eles. A partir daí, não houve mais pedido de contrapartida específica – até porque não era do meu interesse permitir isso. Porque, na hora que eu permitisse que aquele dinheiro estivesse vinculado àquele determinado item, qual interesse que ele teria em minha agenda mais ampla?”, questionou.
Conforme o empreiteiro, os R$ 50 milhões eram uma cota de Mantega e “ficaram intocados” pois o ex-ministro “acabou não participando da eleição de 2010”. De acordo com a versão, o montante foi usado como crédito para a eleição de 2014. Já em relação aos R$ 64 milhões, “foram gastos antes das eleições de 2014, quase todo”.
“O pedido do Refis da Crise veio do Guido e o pedido da linha de crédito veio do Paulo Bernardo”, disse Marcelo Odebrecht ao ser questionado pelo ministro Herman Benjamin, relator da ação contra a chapa Dilma-Temer, sobre quem eram os emissários dos valores para o PT.
Em nota, a advogada Verônica Sterman, que defende Paulo Bernardo diz que seu cliente “nega veementemente qualquer contato com Marcelo Odebrecht nesse sentido e recebe tal informação com surpresa e indignação”.

Renan Calheiros “já” prevê queda do governo Temer.. JEQUIÉ

abril 5, 2017

Líder do maior partido do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) declarou que, se continuar como está, “o governo vai cair para um lado e o PMDB para o outro”. Em conversa reservada com jornalistas, nesta terça-feira, 4, Renan destacou que “o governo é temporário”, diferentemente da legenda, “que já prestou relevantes serviços para o País e vai continuar prestando”. “Com o governo do deputado cassado Eduardo Cunha eu já rompi, vou aguardar o próximo”, ironizou.
Renan voltou a criticar as principais medidas econômicas defendidas pelo governo. “O PMDB vai ter de patrocinar as reformas vindas do Planalto sem discutir? Se continuar assim, vai cair o governo para um lado e o PMDB para o outro. É uma questão política, não é pessoal”, reforçou. Renan considera que a votação da reforma da Previdência no Senado só deve ocorrer no segundo semestre. “Se chegar”, ponderou, considerando que a matéria não seja nem equer aprovada na Câmara.
Apesar de ter subido o tom contra o governo nas últimas semanas, Renan disse que a temperatura está “normal”. “É quente assim mesmo”, brincou. Ele afirmou que desde que o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) assumiu, no ano passado, deixou claro que “não dava para diminuir a inflação agravando a recessão” e que está apenas mantendo a sua coerência. “Não se trata de quantos senadores estão com Renan, e sim quantos apoiam as divergências sobre as medidas do governo”….
Conteúdo Estadão

Renan vai “derrubar” Temer: Repetirá o que fez com Collor de Mello ….

abril 5, 2017

“Temer não tem para onde ir”, diz Renan em jantar do PMDB.
O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), considera difícil a situação do presidente Michel Temer no governo. “Diziam que a [ex-presidente] Dilma [Rousseff] não tinha para onde ir, e o [presidente Michel] Temer não tem para onde ir”, disse Renan a aliados na noite desta terça-feira (5), segundo parlamentares que participaram do jantar da bancada na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), em Brasília.
No encontro, que contou com a presença de pouco mais da metade da bancada – a maior da Casa, com 22 parlamentares – alguns senadores teriam reclamado da pressão feita pelo Palácio do Planalto pela aprovação da reforma da Previdência. A avaliação é de que a cúpula do governo, o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) não “entende” a situação dos congressistas porque não “depende” do do voto popular.
 “Nenhum deles é candidato a nada e nas últimas eleições que disputaram perderam. Agora querem cobrar dos parlamentares. Estão pedindo o que não vão ganhar”, afirmou um peemedebista que participou do jantar. “É terrível o que querem impor ao Congresso. O povo não quer [as reformas], e os congressistas vivem de voto. Estão propondo suicídio político”, avaliou o senador Roberto Requião (PMDB-PR).
Conteúdo Estadão

PRESIDENTE DILMAPODE ESTARSAINDO DO PT – JEQUIÉ…

abril 5, 2017

Com a confirmação de que a Presidente Dilma Roussef passará as festas de carnaval em Porto Alegre aumentam as expectativas que ela possa anunciar a sua saída do Partido dos Trabalhadores. PDT é o caminho.

É público o desconforto da Presidente com setores radicais do PT, em especial os que defendem o ex-presidente Lula e tem jogado Dilma às feras de forma contínua, não escondendo que se necessário a “rifarão” politicamente para salvar o partido.

Dilma, que de boba não tem nada, já cogitou essa possibilidade num passado recente. Seu “CONSELHEIRO”  Carlos Araújo não esconde  o “asco” que nutre por determinados “pseudo-líderes” petistas que insistem em trair o compromisso político firmado nas urnas por Dilma e Lula.

O final de semana promete…

Mamografia disponível no HGPV.

fevereiro 10, 2017

mamografia-foto

O Hospital Geral Prado Valadares disponibiliza 24 Mamografias por dia para Jequié e toda a região. De acordo com o diretor do hospital Bráulio Neto, este exame é de fundamental importância, uma vez que visa a realização de diagnostico precoce em fase inicial do câncer mais frequente em mulheres que é o de mama, permitindo tratamentos cada vez mais conservadores e eficientes, o que aumenta a sobre vida das pacientes, além disso, realizamos também ultrassom de mama.

Entre os 35 e 40 anos a mulher deverá fazer a primeira mamografia, que servirá de base para avaliar as condições da mama e possibilitar exames comparativos futuros. Dos 40 aos 50 anos, a frequência da mamografia deverá ser determinada pelo medico, de acordo com a inclusão doa paciente no grupo de risco e/ou com as características da mama. Após os 50 anos, todas as mulheres devem se submeter ao exame de mamografia anualmente.

A paciente que já tem a requisição para tal exame, deve procurar a secretaria de saúde de Jequié, ou um unidade de saúde mais próxima de sua residência para o agendamento da mamografia.

Marcelo Crivella “agradece a Deus” ao tomar posse no Rio de Janeiro…

janeiro 4, 2017

O novo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), tomou posse na tarde deste domingo (1º), em solenidade na Câmara Municipal. Crivella chegou ao local acompanhado do vice, Fernando Mac Dowell (PR), e de secretários do novo governo.

Crivella, que é bispo licenciado da Igreja Universal, iniciou o discurso agradecendo a Deus: “Agradeço a Deus por esse momento. Nenhum de nós o recebe como mérito pessoal, mas como graça. Agradeço muito pela bondade infinita e pelo amor inexplicável que Deus tem por cada um de nós”.

Minutos depois, ele agradeceu aos “90% dos evangélicos do Rio de Janeiro” que votaram nele no segundo turno, algo que “nunca tinha acontecido”.

“Tenho que agradecer ao povo da Igreja Universal, ao povo da Igreja Batista, que votaram em nós”, disse, listando em seguida uma série de denominações evangélicas.

Disse ainda que, pela primeira vez, durante a última campanha eleitoral, conseguiu “se aproximar da Igreja Católica”, e mencionou o arcebispo do Rio, dom Orani Tempesta.

Segundo Crivella, dom Orani disse a ele que “qualquer acusação de jornal ou de notícias” não eram mais importantes do que a fé nos valores cristãos, como a defesa da família.

“Não diria nem nas minhas previsões mais otimistas que isso um dia aconteceria”, comentou. “Dessa vez a maioria votou conosco e isso me traz uma responsabilidade enorme para esse mandato.”

Crise e propostas
Em vários momentos do discurso, Crivella lembrou a crise econômica que atinge o Rio de Janeiro e o país. Segundo ele, “é hora de cautela”. Tanto que uma das medidas iniciais do novo governo será cortar gastos e rever contratos, como determinado numa edição extra do Diário Oficial do Município neste domingo, com 78 decretos do novo prefeito.

“A ordem é a seguinte: é proibido gastar. É tempo de crise. Faltaria ao governo a verdadeira autoridade e legítimo poder de persuasão se não impusesse a si mesmo o comportamento que espera dos demais. Nesse sentido, reduzimos para 12 o número de secretarias. E pela metade o número de cargos em comissão.”

Além disso, a administração municipal também deverá estudar e implementar uma reforma tributária para “tornar o regime mais justo”, nas palavras de Crivella, “buscando maior correspondência entre os níveis de contribuição e da capacidade contributiva”.

Serão formadas comissões para avaliar a eficiência e as circunstâncias legais de todas as isenções fiscais e os resultados obtidos a partir da aplicação delas.

Na área da educação, uma das primeiras ações será a convocação dos aprovados no último concurso para agente especial de educação infantil “à medida dos recursos disponíveis e que serão priorizados até que todos estejam empregados”, explicou o prefeito.

Crivella também disse que, em relação ao tema da segurança pública, buscará uma articulação junto aos governos federal e estadual para ampliar a atuação da Guarda Municipal.

“Todos sabemos que [segurança pública] é dever do Estado, não do município. Mas jamais ficaremos ausentes. Trata-se de um tema controverso e complexo, que exige amplo debate para tratar de suas diferentes causas no campo político, econômico e até psicológico”, disse.

“Queremos empregar a guarda com ênfase na segurança das pessoas e defesa da escola.”

Além disso, o prefeito afirmou que gostaria de ter seu filho como secretário, mas que compromissos no exterior impediram que isso ocorresse.

“Gostaria que hoje estivesse tomando posse nessa equipe o meu próprio filho, que esteve comigo nos tantos anos que passei na África, no sertão, e me acompanhou nas campanhas políticos, sobretudo nesta última. Compromissos de trabalho no exterior o impediram. Mas espero contar com seu apoio para breve”, declarou.

Em tom de recado aos vereadores, o novo prefeito também disse que não vai hesitar em expor para a “opinião pública” eventuais dificuldades criadas no Legislativo por conta de diferenças políticas.

Conteúdo UOL


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