Ministério Público monitora uso de robôs do Twitter por candidatos no Rio.

O crescimento das redes sociais transforma os perfis de candidatos em sites como Facebook e Twitter em poderosas ferramentas de campanha eleitoral. E, justamente por seu poder de influenciar eleitores, esses sites são um campo a ser vigiado pelos promotores eleitorais. Uma das preocupações deste ano para o Ministério Público Eleitoral no Rio é a proliferação de perfis falsos e o uso de ‘robôs’ – os programas capazes de replicar mensagens em larga escala, em múltiplas contas de uma rede social. O uso desses dispositivos altera indicadores importantes, como os tópicos mais populares do Twitter, e o volume de seguidores de um determinado candidato. Ou seja: os robôs são aliados estratégicos de quem tenta propagar mentiras com jeito de verdade. “Monitoramos o Twitter dos principais candidatos. Se percebermos um aumento rápido e desproporcional no número de seguidores, há ali um indício de uso de robôs. Isso cria uma distorção para a percepção do eleitor, e isso é uma interferência ilegal no período eleitoral”, explica o procurador eleitoral do Rio, Maurício da Rocha Ribeiro. O trunfo das redes sociais é a transferência da responsabilidade para indivíduos, o que isenta partidos ou candidatos da responsabilidade. Leia mais na Veja.

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