EMPRESÁRIOS SE COMPROMETEM EM FAVOR DO CLIMA NO BRASIL

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Participei como mediador do Fórum “Brasil e as Mudanças Climáticas” organizado pela Globo News, Valor Econômico e Vale, que reuniu ontem em São Paulo parte expressiva do PIB nacional e representantes do governo. O encontro é histórico porque marcou o primeiro movimento de grandes empresas do setor privado brasileiro – empreiteiras, mineradoras, papel e celulose, petroquímica, cosméticos, distribuidores de energia, etc – em favor de uma economia de baixo carbono, ou seja, uma nova realidade econômica onde a queima de florestas ou combustíveis fósseis pode inviabilizar o negócio. Além de dizerem o que já estão fazendo para reduzir as emissões de gases estufa, esses empresários assinaram uma “carta ambiental” onde assumiram novos compromissos no combate ao aquecimento global, e cobraram do governo uma posição mais efetiva nas negociações do clima que terão lugar no próximo mês de em dezembro em Copenhagen. Entre outros itens importantes, os empresários se comprometeram a quantificar periodicamente suas emissões de gases de efeito estufa com o objetivo estratégico de reduzi-las, e investir nessa direção. Também assumiram o compromisso de realizar ações junto aos seus fornecedores para que possam igualmente reduzir suas emissões de CO2. Em relação ao governo, os empresários reunidos no Fórum cobraram, entre outras medidas, a maior participação da sociedade na construção de uma política pública de combate ao aquecimento global, priorizar a redução das emissões de CO2 nas políticas e investimentos públicos, e a defesa, em Copenhagen, de projetos que favoreçam o uso de créditos de carbono para remunerar a revegetação de áreas degradadas ou a proteção de florestas nativas. Guardei ótima impressão desse segmento – que reconhece seu passivo ambiental e eventuais pecados cometidos no passado, em certos projetos reconhecidamente nefastos do ponto de vista ambiental – que resolveu arregaçar as mangas e fazer a sua parte neste momento em que experimentamos os efeitos da maior crise ambiental da História da Humanidade. Lá estiveram 270 testemunhas desse novo comprometimento do setor privado em favor do clima (entre políticos, ambientalistas e pesquisadores). O evento foi transmitido pela internet, e recebeu ampla cobertura da Globo News e do jornal Valor Econômico. Agora, é cobrar o prometido. Participei como mediador do Fórum “Brasil e as Mudanças Climáticas” organizado pela Globo News, Valor Econômico e Vale, que reuniu ontem em São Paulo parte expressiva do PIB nacional e representantes do governo. O encontro é histórico porque marcou o primeiro movimento de grandes empresas do setor privado brasileiro – empreiteiras, mineradoras, papel e celulose, petroquímica, cosméticos, distribuidores de energia, etc – em favor de uma economia de baixo carbono, ou seja, uma nova realidade econômica onde a queima de florestas ou combustíveis fósseis pode inviabilizar o negócio. Além de dizerem o que já estão fazendo para reduzir as emissões de gases estufa, esses empresários assinaram uma “carta ambiental” onde assumiram novos compromissos no combate ao aquecimento global, e cobraram do governo uma posição mais efetiva nas negociações do clima que terão lugar no próximo mês de em dezembro em Copenhagen. Entre outros itens importantes, os empresários se comprometeram a quantificar periodicamente suas emissões de gases de efeito estufa com o objetivo estratégico de reduzi-las, e investir nessa direção. Também assumiram o compromisso de realizar ações junto aos seus fornecedores para que possam igualmente reduzir suas emissões de CO2. Em relação ao governo, os empresários reunidos no Fórum cobraram, entre outras medidas, a maior participação da sociedade na construção de uma política pública de combate ao aquecimento global, priorizar a redução das emissões de CO2 nas políticas e investimentos públicos, e a defesa, em Copenhagen, de projetos que favoreçam o uso de créditos de carbono para remunerar a revegetação de áreas degradadas ou a proteção de florestas nativas. Guardei ótima impressão desse segmento – que reconhece seu passivo ambiental e eventuais pecados cometidos no passado, em certos projetos reconhecidamente nefastos do ponto de vista ambiental – que resolveu arregaçar as mangas e fazer a sua parte neste momento em que experimentamos os efeitos da maior crise ambiental da História da Humanidade. Lá estiveram 270 testemunhas desse novo comprometimento do setor privado em favor do clima (entre políticos, ambientalistas e pesquisadores). O evento foi transmitido pela internet, e recebeu ampla cobertura da Globo News e do jornal Valor Econômico. Agora, é cobrar o prometido.

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